Perguntas Frequentes dos Testes
- Por que os testes são tão longos? Não daria para fazer algo mais simples e rápido?
- Mas eu não posso dirigir o resultado?
- Como é elaborado o PAPP?
- Posso confiar nestes testes para escolher uma profissão?
- E se eu gostar de uma área que não saiu no resultado do teste?
- E se eu não gostar de uma área que saiu no resultado do teste?
- Achei que o teste não bate com a minha personalidade. E agora?
- São muitas as opções de curso e ocupação que aparecem nos resultados. Isso não acaba confundindo mais?
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Por que os testes são tão longos? Não daria para fazer algo mais simples e rápido?
Desconfie de instrumentos e testes que dão uma resposta rapidinha. Como poderia ser medida a afinidade de uma pessoa com mais de 150 profissões por meio de uma avaliação que não abrangesse o perfil de todas elas? Para ter um resultado confiável, é preciso detalhar o perfil de cada uma dessas profissões e fazer com que a pessoa assinale o quanto se identifica com as mesmas. Isso pode ser feito de duas formas: com perguntas diretas, por perfil, ou por sistemas aleatórios (como o PAPP), no qual as perguntas estão todas misturadas para evitar que a pessoa dirija o resultado.
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Mas eu não posso dirigir o resultado?
Sim, você pode dirigir o resultado, mas o que ganharia com isso? Você entrou no site por escolha própria, fez a atividade porque quis. Então, por que usar seu tempo para dirigir um resultado, ao invés de se conhecer de verdade? Para driblar essa tendência, às vezes consciente, outras inconsciente, usamos algumas estratégias:
- apresentar de forma aleatória as perguntas do instrumento
- repetir algumas questões de forma diferente ao longo do teste
Se seu intuito é evitar que o resultado apresente algumas profissões, relaxe. Faça o exercício com honestidade, leia o seu perfil e use desses instrumentos como ponto de partida para suas pesquisas, não como uma resposta sobre o que você tem que fazer. Afinal, essa é uma decisão que cabe a você e a ninguém mais.
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Como é elaborado o PAPP?
Levantamos o perfil de cada uma das profissões e suas ocupações em diversos veículos confiáveis. Assim, geramos um grande banco de dados com o perfil mais freqüentemente encontrado nas diversas carreiras da atualidade. É claro que cada pessoa tem características próprias — ou seja, nem todo engenheiro é igual —, mas há certos aspectos comuns a determinados grupos profissionais. Assim, criamos uma matriz que mescla o perfil global (Perfil Pessoal) com as características, ambientes, ferramentas, habilidades, competências e interesses encontrados em um número significativo de pessoas que trabalham em cada uma das profissões. O segundo desafio foi criar um sistema de pontos (1, 2, 4, 8) que associa cada um desses fatores com as profissões. Por exemplo: gostar de ler vale 8 para jornalismo e direito; gostar de matemática, cálculos e gráficos tem peso 8 para engenharia; apreciar atividades de auto-conhecimento vale 8 para um psicólogo e 4 para um fisioterapeuta; e assim por diante.
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Posso confiar nestes testes para escolher uma profissão?
Não confie cegamente, nem nestes e nem em outros testes, quaisquer que sejam. Os instrumentos de afinidade, testes e outras formas de psicodiagnóstico devem ser um ponto de partida para sua pesquisa, são ferramentas que lhe ajudam a focar em áreas que têm mais afinidade com você, hoje. Assista aos bioclipes, visite ambientes de trabalho, leia tudo que puder sobre a profissão, entreviste pessoas que trabalhem nas áreas que você gosta, vá assistir a uma aula na faculdade, enfim, faça uma boa pesquisa de campo para não se arrepender depois.
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E se eu gostar de uma área que não saiu no resultado do teste?
Siga o seu instinto e pesquise bastante sobre ela antes de escolher. Há casos de profissionais que justamente por serem diferentes da maioria se dão bem e obtêm sucesso. Não deixe de avaliar com cuidado as opções que forem indicadas como afins a você. Às vezes, o nome de determinada profissão pode soar estranho, mas é possível que ela tenha efetivamente tudo a ver com você. A resposta final deve ser sua. Por que não investir um tempo e pesquisar todas as opções, as que indicamos e as que você considera interessantes? No mínimo você ganhará mais cultura geral, ampliará seus horizontes e poderá fazer uma escolha mais consciente e segura.
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E se eu não gostar de uma área que saiu no resultado do teste?
O importante é saber que estas atividades demonstram o quanto você se parece com a maioria das pessoas que se encontram nas carreiras apresentadas. Isso não significa que você deve ou tenha que seguir uma profissão; afinidade é uma coisa e interesse é outra. De qualquer modo, pesquise bem sobre as profissões indicadas, pois podemos ter preconceitos ou informações enganosas sobre algumas áreas e por isso pensamos não ter interesse nelas. Há casos de jovens que quando pesquisam com a mente livre determinadas profissões descobrem que, por trás de algo estranho ou que parecia não ter nada a ver, há uma atividade bastante interessante. A segunda dica é pesquisar profissões relacionadas, que de alguma forma têm ligação com as indicadas. Caso você realmente identifique, a partir de uma pesquisa séria — focada na realidade e com dados atualizados —, que a profissão indicada não é o que você espera, parta para outra e faça outros testes que lhe indiquem diferentes possibilidades.
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Achei que o teste não bate com a minha personalidade. E agora?
Há três possibilidades: você não se conhece bem, não entendeu direito as interpretações do seu tipo de personalidade ou fez o teste de maneira desatenta. Uma boa atitude seria fazê-lo novamente com alguma pessoa que lhe conheça bem do seu lado, comparando as respostas que você escolheria com as que a pessoa indicaria a seu respeito. Nem sempre temos uma imagem tão precisa de nós mesmos. Pense nisso.
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São muitas as opções de curso e ocupação que aparecem nos resultados. Isso não acaba confundindo mais?
Claro que é muito mais complicado escolher entre muitas opções, por isso realize diversos testes e separe um bom tempo para pesquisa. Mesmo que você leve um mês inteiro fazendo testes e leituras para descobrir a sua profissão, ainda é bem melhor que entrar numa faculdade e descobrir cinco anos depois que o curso não tem nada a ver com você. Por isso, deixe a preguiça de lado e aproveite a oportunidade de poder escolher uma carreira de nível universitário, num país em que apenas 5% dos jovens podem chegar a este ponto de escolaridade.
